quinta-feira , 21 setembro 2017

Estudo do Ipea mostra a dinâmica da pobreza no Amapá

07-11amapaMacapá, AP – Esta semana o Brasil tomou um susto ao descobrir que a extrema pobreza aumentou em 2013, depois de 10 anos de queda esse indicador voltou a subir.

O cálculo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) considera o percentual de pessoas na população total com renda domiciliar per capita inferior à linha de pobreza. A linha de pobreza considerada é o dobro da linha de extrema pobreza e consiste em uma estimativa com base em recomendações da FAO e da OMS. São estimados diferentes valores para 24 regiões do país. Série calculada a partir das respostas à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE). Esse dado é o principal indicador de miséria do Brasil e como sempre sua divulgação provoca um intenso debate no meio acadêmico e político.

O total de pessoas que vivem na extrema pobreza passou de 10.081.225, em 2012, para 10.452.383 no ano passado. A proporção de extremamente pobres subiu de 5,29% para 5,50%, também a primeira alta desde 2003.

Os resultados observados para o Amapá também seguem o padrão nacional, no ano de 2012 segundo a mesma fonte haviam no Estado 52.254 pessoas extremamente pobres, os dados de 2013 mostram um aumento para 55.767, a despeito do aumento na extrema pobreza houve uma redução no nível de pessoas pobres que em 2012 foram de 197.460 e passaram em 2013 para 163.975, chega-se a uma conclusão interessante: A pobreza diminuiu, porém a extrema pobreza aumentou no Amapá.

Colaboração: Antônio Teles Júnior – Diário do Amapá

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